Impostos para igrejas será simplificado pelo Governo
Impostos para igrejas será simplificado pelo Governo
20/05/2019 às 19:40

Receita Federal já multou igrejas em R$ 40 milhões ao ano.

O presidente Jair Bolsonaro se juntou no tempo no decorrer da semana com representantes da Bancada Evangélica para discutirem sobre assuntos ligados á tributação das igrejas. Entre os parlamentares ouvidos pelo presidente, estão o deputado pastor Marco Feliciano (PODE-SP) e o também deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ).

Governo vai simplificar impostos para igrejas


Um dos assuntos abordados foi à pergunta polêmica sobre a provável taxação das igrejas, que já foi negada pelo Planalto. No instante Bolsonaro informou a proteção de que não tem nenhuma vontade  em criar impostos para igrejas evangélicas, De acordo como havia sido revelado pelo secretário especial da Receita, Marcos Cintra. O secretário havia confirmado que um novo tributo federal seria apurado de igrejas evangélicas, o que criou aflição por parte de lideranças evangélicas e reação da Bancada Evangélica na Câmara dos Deputados.

Exposta essa questão, o presidente também ouviu o pedido para que o prazo de documentos de receitas e despesas de igrejas à Receita Federal seja desenvolvido para além dos atuais três meses. O pedido se deve ao enorme número de multas.

Os parlamentares evangélicos mostram a Receita de estar proporcionando uma perseguição religiosa com uma indústria das multas contra as igrejas. Eles visam que a declaração volte a ser anual, como era antes.

As multas utilizadas contra igrejas chegam a R$ 40 milhões por ano, segundo comunicou o próprio secretário especial da Receita. Com o alargamento do prazo, as igrejas poderiam se encaixar melhor as exigências.

Imposto

A taxação das igrejas evangélicas é um tema continuadamente disputado por políticos, mas desprezado pelo Planalto. A Presidência da República já destacou que não irá gerar um imposto para as igrejas, basicamente por conta do trabalho social que elas apresentam. O presidente Jair Bolsonaro tem muita confinidade com lideranças evangélicas e tem deixado muito claro o apoio do seu governo as instituições religiosas.

A fala de Marcos Cintra chegou a conduzir o seu cargo em risco, com vários pedidos de destituição do cargo por parte de aliados do presidente.

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