Estudo Bíblico coração paterno de Deus
Estudo Bíblico coração paterno de Deus
08/05/2019 às 12:07 (Atualizado em 14/06/2019 às 03:40)

“Eu rezo não somente por estes, ainda que conjuntamente por pessoas que retornam a acreditar em mim através de sua palavra; que todos eles sejam um; e como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, que eles possam estar em nós, para que o mundo acredite que tu me enviaste.” Jó 17:20:21

É comum ouvir ministrações sobre a Pessoa do Filho (Jesus Cristo) em nossas Igrejas. Não é tão comum ouvir mensagens que revelam a natureza da pessoa do Espírito Santo. Mesmo são raras as mensagens que especificam qual deve ser nossa relação com o pai. Isso contém uma série de conseqüências sobre a filiação à Igreja. Pois, embora todo aquele que confessa o Senhor Jesus como Salvador seja salvo, ainda há questões que afligem a alma do povo de Deus que precisa ser curada.

Eu, notavelmente (e eu só percebi isso recentemente) vi abundante de Deus como Senhor e Pai Pequeno. É que, como eu aprendi recentemente, cada criança cresce a partir de um modelo de imitação. Quantas crianças falam simplesmente como velhos; Quer ter a mesma profissão que o pai, afinal, o pai é o verdadeiro super-herói da vida dos jovens, ou o mínimo que deveria ser. No meu caso, eu não tinha esse modelo. Meu pai saiu de casa uma vez que eu tinha apenas um ano e tinha 0,5 ano de idade. Minha mãe me contou depois que, quando ele saiu, eu estava com febre e adormeci em seus chinelos (não me lembro desses fatos, dada a pouca idade).

Como resultado disso, por causa da ausência do modelo paterno na formação da minha identidade, ao mudar eu posso não perceber a profundidade da paternidade de Deus, embora eu tenha repetido que Deus é Pai. Eu poderia ver isso observando minhas orações: “Era terrivelmente frequente, enquanto o termo” Pai “era terrivelmente raro!

Essa falta de referência paterna resultou em vários problemas emocionais. Da ansiedade a alguns medos e inseguranças estavam ligados à figura paterna, ou melhor, à sua ausência. Registre, porém, que minha mãe era e pode ser realmente grande! Em intervalos de suas limitações, ele fez o seu melhor para levantar seus 3 jovens. Como tive que me “virar sozinho”, uma parte inteligente da minha vida, me liguei à informação como uma indicação de força e que eu fundei minhas estruturas nessa característica. Isso me fez uma pessoa um pouco arrogante, que odiava perder uma discussão e geralmente se mostrou implacável e não tolerante com as pessoas.

Por outro lado, esse “conhecimento” começou a agir contra mim, uma vez que minhas mais do que perguntas sobre o meu estado de alma acabaram me colocando em uma espiral de pensamentos que me angustiava e me confundia. Eu poderia perceber em minha própria pele o que Salomão quis dizer quando escreveu: “Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento” (Provérbios 3: 5).

Embora eu já estivesse salvo em Cristo Jesus, havia uma lacuna na minha alma, ligada diretamente à formação da minha identidade, que deseja ser abordada por Deus. Foi dessa cena que o Senhor pegou minha mão e me levou ao deserto da cura.

Eu quero deixar claro que Deus trata cada criança em um método pessoal e privado, isto é, o método de cura de cada um é único, embora os princípios sejam idênticos. Deus nos trata simplesmente como nós tendemos a gostar de ser tratado.

O primeiro passo que tive que passar foi o perdão. Antes de conhecer Jesus, eu simplesmente não posso perdoar meu pai. Depois de perceber que mesmo sendo indesculpável diante de Deus por meus pecados Ele me perdoou, eu poderia perceber a maravilha do amor do Pai celestial e então compartilhar o mesmo amor que perdoa com meu pai terreno. Este foi o primeiro e mais vital passo para a restauração da minha alma. Eu tenho um relacionamento maravilhoso com meu pai hoje em dia, e eu o amo de todo coração!

Havia, porém, vários pontos da minha identidade que haviam ficado doentes devido à ausência paterna e precisavam ser restaurados. Embora o vínculo com meu pai tenha sido retomado, não pude voltar no tempo da minha infância e inseri-lo ali, pois lá ele não estava. Assim, embora o perdão fosse indispensável, era apenas o primeiro passo dentro do processo de cura da minha alma.

Nesse sentido, o mais problemático em meu nome era entregar o método completamente nas mãos do pai. Veja, como eu disse mais alto, minha boa “arma” sempre foi informação. Os dados oferecem um certo “controle” sobre algumas coisas, e esse pseudo gerenciamento se adequou, ou tentou produzir, em minha alma, a falta de segurança que retorna da figura paterna. Eu tive que me render, literalmente, diante do papai e dizer: “Eu entrego a gerência em suas mãos! Conduza-me através do processo que tem que passar, embora seja um vale, pois confio plenamente que o Senhor é meu Pai e pode crie-me ver e viver o que eu preciso para ser totalmente restaurado! ”

Irmãos, quão problemático isso foi em nome de mim! Não que eu não confiasse em Deus, mas entregar o gerenciamento me trouxe um caminho de vulnerabilidade, e era exatamente com isso que o papai queria lidar em minha alma, isto é, eu não deveria temer, quando todos, o gerenciamento estava em Seu mãos!

Nesse método, o pai me levou a entender as maravilhas do Seu coração!

Nos próximos artigos, continuarei a compartilhar como a figura de Deus o papai preencherá lacunas na alma geradas pela figura do pai, trazendo alegria, felicidade, cura e o que temos uma tendência a obter: a paz!

marcelo ferreira

Olá sou Marcelo FB sou redator e dono desse site. Sou formado em educação física e adoro escreve matéria para blogs e site atualmente faço artigos para esse site.
Deixe seu comentário